segunda-feira, 24 de maio de 2021

Contra o C / Contra o V

 Contra o C / Contra o V

Diante do cenário atual em que a aula convencional, àquela que conhecíamos, perdeu todo o seu sentido, é de extrema necessidade que a escola se reformule, desde a entrada do aluno até a sua saída, mas é na sala de aula que percebemos as maiores mudanças, até porque a sala de aula em alguns momentos nem existe mais. Não da forma como era.

 Abordar o conteúdo de forma que o aluno o consiga visualizá-lo fora do contexto escolar, durante o seu dia a dia facilita muito a sua compreensão. Além disso, faz com que ele, o estudante, entenda a importância daquilo que é trabalhado na escola. E em algumas situações fazendo os perceber as variantes em que os assuntos podem ser aplicados e assim alargar as suas opções para o vestibular, que ainda é o crivo acadêmico que eles irão enfrentar.

Fazer o aluno, estudante abrir os olhos para o mundo de oportunidades que o cerca e ainda possibilitar que ele se prepare adequadamente para o vestibular e/ou ENEM é um dos papéis que hoje está atribuído ao professor.

Pensando dessa forma as aulas de Biologia do ensino médio, no Colégio Gandolfi, sofreram um “F5”, ou seja, estão atendendo às atualizações que todo esse movimento, chamado (educação) exige. No 2.º ano do ensino médio os alunos acompanhando o conteúdo programático, proposto pelo excelente material utilizado nessa escola, o Sistema Etapa, estão trabalhando em fisiologia o sistema nervoso, mais especificadamente os órgãos sensoriais, ou sistema sensorial.

O protagonismo do aluno e o estímulo à pesquisa ocorreu quando a ideia de apresentarem esse assunto, para eles mesmos, em forma de seminário / aula invertida foi apresentada por mim, professor Heitor Dias.

Orientá-los, motivá-los, avaliá-los e admirá-los foram alguns dos verbos que pude conjugar ao observá-los no desenvolvimento desse exercício.

Colocar o aluno como protagonista e deixar com ele perceba a importância do seu papel no contexto escolar e na sociedade, vai fazer com que ele possa, ao menos experimentar, o que é sair da zona de conforto e o quanto esse “desconforto” pode ampliar o seu horizonte.

Ir no caminho contrário do copiar e colar, ir contra o CTRL C / CTRL V, é resgatar, no meio de toda essa modernidade algo que lá atrás era a essência dos bons resultados, a pesquisa. Que a final, move a ciência.



quinta-feira, 20 de maio de 2021

Conotação nas músicas

 

Tema: Sentido conotativo e denotativo das palavras

Título: Conotação nas músicas

Série: 9° anos A e B do Ensino Fundamental II.

Professor responsável pela atividade: Lorenna Fornel

 

Texto explicativo:

Nas aulas de Texto e Gramática, estudamos sobre o sentido conotativo e denotativo das palavras, conceitos fundamentais para a compreensão de textos. Entendemos que a denotação se refere ao sentido literal de uma palavra, aquele que geralmente encontramos no dicionário, enquanto a conotação se refere ao sentido figurado de um termo ou expressão e que adquire sentido de acordo com o contexto. Durante nossas aulas, analisamos diversos enunciados que apresentavam o uso de expressões conotativas, e então começamos a perceber que algumas músicas que conhecemos fazem uso deste sentido. A partir desta análise, pesquisamos letras de canções que usam a conotação como um recurso de sentido e, a seguir, destacamos os trechos que evidenciam a linguagem conotativa. Deixamos também nossa playlist no Spotify com músicas que apresentam conotação. Aproveite!

 

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quarta-feira, 19 de maio de 2021

Realidade aumenta no ensino de química

 Tema: Química orgânica

Título: Realidade aumenta no ensino de química

Série: 2°EM

Professor: Caio Carboni

Nome dos alunos: A sala toda

Com o auxílio de um celular podemos utilizar a realidade aumentada para visualizar as moléculas em 3 dimensões, isso nos proporciona uma visão completa da molécula permitindo que o aluno consiga diferenciar os compostos denominados isômeros geométricos.












segunda-feira, 17 de maio de 2021

A vida através da biologia

 

Tema: “Biologia: a vida em suas mais variadas formas”

Título: A vida através da biologia

Aluno: Caio Castro Andrade (texto)                                     Série: 6° A

           Maria Beatriz Vilas Boas Figueiredo Lopes (fotos)             6° A

Professora: Laura Segismundo Coelho

 

Hoje vou falar um pouco das aulas de Biologia e do que eu e meus amigos aprendemos com a Laura, nossa professora de biologia que em pouco tempo ensinou muito para nós, e tenho certeza de que ao longo do ano vamos aprender mais ainda.

Na nossa primeira aula nós apresentamos e falamos um pouco sobre os seres vivos e suas principais características que permitem serem classificados como seres vivos, tais como a respiração, reprodução, crescimento e locomoção. Depois, aprendemos um pouco sobre os níveis de organização da vida na natureza, como por exemplo: as células formam os tecidos, que compõem os órgãos que vão constituir os sistemas e daí gerar um organismo.

Na terceira aula aprendemos sobre as células, quais são as suas funções e do que são compostas, por exemplo: a parte da célula que controla a entrada e a saída das substâncias é a membrana plasmática, o núcleo faz o armazenamento do nosso DNA e controla toda a atividade celular, e por último o citoplasma, que é uma substância gelatinosa e transparente que preenche o espaço entre o núcleo e a membrana plasmática e contém várias organelas espalhadas que ajudam a manter a célula viva e funcionando bem. Descobrimos que existem vários microscópios diferentes que são utilizados para diferentes objetivos e sem eles não teríamos como ter o conhecimento que se tem hoje sobre as células e outros microrganismos.

Em outra aula vimos os seres unicelulares, que só possuem uma célula eles são como aquela massinha melequenta, e podem viver em vários lugares diferentes, até mesmo na água alguns são tão pequenos que só conseguimos ver pelo microscópio, outros podem medir até um centímetro, mas mesmo assim é muito difícil de vê-los, isso foi legal para entendermos as diferentes formas dos seres vivos que existem no nosso planeta.

Para me entender sobre as características dos seres vivos, em uma das aulas descascamos um feijãozinho para ver como ele é por dentro. Vimos o hilo que é o local onde começa aparecer a raiz e vimos o embrião, o responsável pela formação de uma nova planta, e para a lição de casa nós tivemos que plantar um feijão e acompanhar o crescimento dele, que é uma das principais características dos seres vivos, o crescimento.

Nessa atividade, cada aluno plantou um feijão em sua casa, pode ser na terra ou no algodão, em um copinho ou em um vaso maior. A cada dois dias, nós tivemos que anotar os que a gente observou de diferente no feijão em relação ao dia anterior e medir sua altura. Além das anotações, tivemos que tirar fotos das diferentes fases do desenvolvimento do feijão como: formação do broto, aparecimento de folhas, crescimento da planta e largura do caule, por exemplo.




           Essa atividade foi muito legal para a gente poder entender melhor como os seres vivos podem ser tão diferentes e possuir tantas características em comum, por exemplo, nós humano, crescemos, respiramos, movimentamos e essas mesmas caraterísticas também aparecem nas plantas como vimos no feijão, que cresceu e para isso ele precisou respirar também. A Biologia mostrou que a vida na terra pode estar presente nas mais variadas formas e temos que saber respeitar todas elas para viver em harmonia com a natureza.


quarta-feira, 12 de maio de 2021

Competição em forma de imagem e ação sobre instrumentos musicais

 

TEMA: Musical instruments

TÍTULO: Competição em forma de imagem e ação sobre instrumentos musicais

SÉRIE: 6º ano A do Ensino Fundamental II

Professor responsável pela atividade: Dâmaris Reis

Nome dos alunos participantes: Todos os alunos da turma participaram da atividade.

                            

Texto explicativo:

No dia 04/05 os alunos do 6ºA do Colégio Gandolfi participaram de uma atividade interativa em forma de imagem e ação, no qual os alunos, que foram separados em três grupos sendo dois presencialmente e um dos alunos em modo remoto, escolhiam um participante para desenhar o instrumento selecionado pela professora enquanto os outros integrantes do grupo deveriam adivinhar qual o instrumento e dizer seu nome em inglês. Após duas rodadas, os times estavam empatados e a professora fez uma rodada relâmpago para desempatar. O time C, dos alunos em modo remoto, ganhou a competição.






terça-feira, 4 de maio de 2021

Galileu e o modelo heliocêntrico

 

Tema da aula: Galileu e o modelo heliocêntrico

Professor Responsável pela atividade: Márcio 

 Turma 6° ano A

Galileu foi físico, matemático e astrônomo.

Nasceu em Pisa, em 1564.

Foi proposto à turma um filme em forma de desenho animado, em que foi contada toda a trajetória de Galileu.

O filme falava sobre a luta de Galileu em levantar provas contra o modelo geocêntrico de Aristarco e a luta contra a Igreja, que defendia ferrenhamente o geocentrismo.

Galileu era muito respeitado por todos por ser um excelente profissional, durante suas aulas de astronomia ele defendeu o Heliocentrismo diante de seus alunos e chegou a perder o seu próprio emprego, pois ele não tinha meios de derrubar as teorias de Aristarco.

Mas nunca desistiu de seus ideais, e quando ficou sabendo da invenção de uma luneta, foi logo à procura do inventor que era oculista e logo comprou uma. Aos poucos ele a aperfeiçoou, e quando conseguiu ver a lua, começou a levantar provas mais consistentes.

A Igreja o condenou a ficar preso em sua própria casa pelo resto de sua vida, mesmo assim, com a ajuda de um discípulo, ele continuou as pesquisas e só muitos séculos depois de sua morte sua teoria foi aceita.

No final fizemos uma roda de conversa sobre o assunto e os alunos gostaram muito da conclusão.






















sexta-feira, 16 de abril de 2021

Teste de condutividade térmica

 Tema: Propriedades dos metais

Título: Teste de condutividade térmica
Série: 8° ano
Professora responsável pela atividade: Juliana de Andrade Peixoto
Aluna: Manuela de Paula Abrahão



terça-feira, 13 de abril de 2021

Experiências sobre velocidades das reações e fatores que modificam a velocidade


Tema: Velocidade de reações e fatores que modificam a velocidade.

Título: Experiências sobre velocidades das reações e fatores que modificam a velocidade.

Série: 2°Ano do Ensino Médio

Professor responsável pela atividade: Natalia Raiz Segismundo

Nome dos alunos participantes: Heloísa Cristina Martins Peixinho, João Marcelo Casas Moreira, João Fernando Teles Silva

Texto Explicativo:

No dia 11/03, realizamos com a professora Natalia, diversos experimentos sobre a Teoria das colisões e os fatores que afetam a velocidade de uma transformação química. Mas, afinal, o que seria a Teoria das colisões?

                Essa teoria fornece uma visão microscópica de uma reação química, de modo que podemos explicar como certos fatores (temperatura, concentração dos reagentes, superfície de contato, pressão-caso seja um gás-, catalisadores etc.) afetam a velocidade das reações químicas. Para que uma reação ocorra, é preciso que aconteçam colisões apropriadas ou efetivas entre as moléculas reagentes e essas colisões efetivas só ocorrerão se tiverem orientação apropriada e energia suficiente (Entalpia). Se o número dessas colisões aumentar, consequentemente, a velocidade da reação aumentará.

                Visando isso, nós, alunos do 2º ano A do Ensino Médio do Colégio Gandolfi, usamos um comprimido efervescente antiácido, alterando a concentração do mesmo ou da água, pulverizando-o para que houvesse aumento da superfície de contato e mudando a temperatura da água para que observássemos os tempos dessas reações e suas velocidades que segundo a teoria deveriam aumentar ou diminuir.

Para começar, selecionamos um aluno para que cronometrasse a duração de cada experimento e combinamos que ele parasse o cronômetro quando todo o comprimido tivesse sido dissolvido, indicando o final da reação.

No experimento 1, usamos 100mL de água em temperatura ambiente e um comprimido inteiro do medicamento. O tempo dessa reação foi de 01 min 26 s. Os próximos experimentos serão comparados com esse resultado.

Já nos experimentos 2 e 3 alteramos a temperatura da água. Pegamos 100mL de água gelada e colocamos gelo artificial para ilustrar. Mantivemos o comprimido inteiro. A reação ocorreu tempo de 02 min 12 s. No experimento 3, manteve-se o volume de água dos dois experimentos anteriores e o comprimido inteiro, porém a água foi aquecida no micro-ondas e, nesse caso, a reação aconteceu em 1 min. Portanto, podemos comprovar que a temperatura é um fator que influencia na velocidade da reação, ou seja, quanto maior a temperatura, maior será a velocidade, logo a reação ocorre em menor tempo.

O próximo fator analisado foi a superfície de contato. Foram colocadas 100ml de água em temperatura ambiente, mas trituramos o comprimido, ou seja, aumentamos a superfície de contato entre o comprimido e a água. A reação terminou após 01 min 10 s. E observamos que quanto maior a superfície de contato maior será a velocidade da reação.

Nos dois últimos experimentos (5 e 6), modificamos a concentração dos reagentes. No 5 aumentamos a quantidade de água para 200 mL na temperatura ambiente e manteve-se o um comprimido inteiro. O tempo de reação foi de 1 min 22 s, cerca de 4 segundos mais rápido do que o primeiro experimento. Contudo no experimento 6, fixamos o volume de água, à temperatura ambiente, em 100 mL e aumentamos a quantidade de comprimido para dois. Verificamos que a reação ocorreu durante 1 min 50 s. É sabido que quando se aumenta a concentração dos reagentes, a velocidade da reação também aumenta. No experimento 5 isso foi observado, porém, no experimento 6, o tempo foi maior em relação ao experimento 1 (1 min 26 s). Devemos considerar que o comprimido efervescente tem em sua composição os sais bicarbonato de sódio e carbonato de sódio, os quais se dissolvem na água até um certo limite e quanto mais próximo chegamos a esse limite, a velocidade da reação ficará constante. Assim sendo, aumenta-se o tempo em que a reação acontece.

Foi uma aula, certamente, diferente e muito interessante. Podemos observar que nem sempre os fatores alterarão bruscamente a velocidade de uma reação, tudo tem que ser levado em consideração. Tentamos adivinhar os tempos, discutimos e aprendemos muito! É um experimento simples, acessível e todos deveriam tentar e “brincar” com as possibilidades. Um vídeo foi feito com os experimentos descritos nesse texto.





 

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Competição em forma de ditado de palavras em inglês do 7º ano A

 

TEMA: Spelling bee - dictation

TÍTULO: Competição em forma de ditado de palavras em inglês do 7º ano A

SÉRIE: 7º ano A do Ensino Fundamental II

Professor responsável pela atividade: Dâmaris Reis

Nome dos alunos participantes: Todos os alunos da turma participaram da atividade.

 

Texto explicativo:

No dia 06/04 os alunos do 7ºA do Colégio Gandolfi participaram de uma atividade interativa em forma de ditado, no qual a professora pronunciou 10 palavras em inglês que são do convívio estudantil dos alunos. A cada palavra correta o aluno ganhava 10 pontos. A cada letra errada ou invertida, tirava-se um ponto.

Os alunos, no geral, tiveram uma ótima pontuação, e dois alunos empataram com 99 pontos.











terça-feira, 6 de abril de 2021

El sentido de la Pascua

 

Tema: Páscoa

Título: El sentido de la Pascua

Série: 9º ano B

Professor responsável pela atividade: Camila Falaguasta

Nome dos alunos participantes: Breno Batista Silva, Elaine Rosa Rodrigues dos Santos, João Vítor Maglio, Maria Clara Amaral Mansano e Rafaela Teles Almeida

 

Na quinta-feira, dia 01/04, a professora Camila propôs uma atividade diferenciada para os alunos do 9º ano B: falar sobre o sentido da Páscoa para cada um deles, tendo em vista principalmente o momento em que estamos, a quarentena em decorrência da Covid-19.

Assim sendo, os alunos redigiram, totalmente em Espanhol, seus textos reflexivos.

Para o aluno Breno, “la Semana Santa y Pascua ya no tiene mucho sentido, donde no la celebro, ni compro los huevos de chocolate, pero es una bonita fiesta con un buen significado histórico, y que se puede celebrar de muchas maneras diferentes o puede ser un día normal como lo fue para mí”.

Para a aluna Maria Clara, “la Pascua cristiana se celebra todos los años y recuerda la crucifixión, muerte y resurrección de Jesucristo. La celebración se extiende hasta la Semana Santa”.

Já para a aluna Elaine, “en mi familia siempre hacemos vigilia pascual en la iglesia. Sin embrago, en este tiempo de aislamiento haremos la vigilia en casa, con lecturas del evangelio y cánticos de salmos”.

Também sobre a quarentena imposta pela pandemia, João Vítor disse que “vivimos en la pandemia SARS-CoV-2 (Covid -19), o sea, es un momento muy difícil y delicado en nuestras vidas, con varias inseguridades y también porque Brasil está muy mal en la lucha contra el coronavirus. Debido a que estamos viviendo este momento, no es el mejor momento para que la gente celebre la Pascua con toda la familia en persona. Pero siempre es bueno que celebren de alguna forma, aunque sea por medios tecnológicos, porque la Pascua trae un sentimiento de alegría y renovación, que son los sentimientos que todos necesitan para tener más fuerzas para continuar”.

Por fim, para a aluna Rafaela, “la Pascua de este año será un poco diferente, al fin y al cabo estamos pasando por momentos difíciles y con Covid-19, no podemos tener tanto contacto como antes, pero aun así esto no será de todo un problema, el virus no nos impide celebrar esta fecha cada uno en su casa”.

segunda-feira, 5 de abril de 2021

O tempo como ferramenta histórica

 Tema: Fabricação de uma ampulheta

Título: O tempo como ferramenta histórica

Séries: 6º A e 6º B

Professora responsável: Vitória - História

Alunos participantes: alunos do 6ºA e 6ºB

 

Embora atualmente se tenha discutido muito o que é a História e qual o seu papel na sociedade, há um consenso entre os profissionais da área que a História é uma ciência que estuda e analisa as ações humanas ao longo do tempo e do espaço.

Desse modo, os profissionais responsáveis por procurar, coletar e analisar detalhadamente os vestígios humanos, são os historiadores, que após realizarem uma série de perguntas sobre seu objeto de estudo, embasados em teorias e em metodologias, produzem o conhecimento histórico, presente nos livros.

Para facilitar seu trabalho, os historiadores classificaram os vestígios humanos, chamados de fontes históricas em 4 grandes grupos: fontes materiais, fontes visuais, fontes textuais e fontes orais e, a partir desse conjunto de informações, em suas análises, devem sempre fazer duas perguntas: quando o fato histórico aconteceu e onde o fato histórico aconteceu – perguntas que remetem, mais uma vez, às duas grandes ferramentas da História – o tempo e o espaço.

Levando em consideração os conteúdos estudados na apostila 1, os 6ºs anos do Colégio Gandolfi realizaram uma atividade que consistia em fabricar uma ampulheta, com materiais recicláveis, levando em consideração a importância do tempo como ferramenta histórica.

O objetivo do trabalho era, primeiramente, incentivar a criatividade dos alunos e a preservação do meio ambiente, levando em consideração que deveriam utilizar materiais recicláveis para sua fabricação. Em segundo lugar, mostrar através dos diferentes tipos de ampulhetas fabricadas, como a contagem do tempo é relativa e circunstancial, uma vez que, no momento da demonstração, ampulhetas de pequeno porte chegaram a contar cerca de 14 minutos e ampulhetas grandes, 20 segundos.

Os alunos foram fotografados com suas ampulhetas e escreveram os relatos abaixo, onde narram como foi a experiência do processo de fabricação da ferramenta:

6º A


6º B


“Bom eu achei bem interessante fazer este trabalho porque nós aprendemos a reciclar e que cada um tem seu tempo igual as ampulhetas, cada uma tem um tempo deferente”. 

 Júlia de Oliveira Carrijo Figueiredo – 6º A


Ampulheta da aluna Maria Júlia Dos Santos Cruz – 6º A


Aluno Caio Castro Andrade – 6º A




“No dia 09/03/21, minha mãe, minha irmã e eu fizemos uma ampulheta para o trabalho de história, solicitado pela professora Vitória.

Cortamos a garrafa, papelão e colamos as partes, colocando areia dentro.

Foi muito divertido construir a ampulheta. Aprendi a importância das medidas de tempo e de como era difícil antigamente contar o tempo sem o relógio.”

Gustavo Vacari dos Santos- 6° A




Material usado: 02 garrafas pets 2 litros, 02 funis pequenos de plástico, 04 barrinhas de ferro, 16 porcas de metal, areia, pedrinhas e resina epóxi.

Construção: Fiz dois quadrados com retalhos em MDF, depois furei os dois nos quatro cantos e encaixei as barrinhas de ferro. Prendi elas com as porcas. Medi as garrafas pet e cortei ao meio. Encaixei os funis dentro das garrafas para a areia escorrer melhor, prendi as garrafas pet na base do MDF com resina epóxi. Coloquei pedrinhas dentro da garrafa, vedei o outro lado com a segunda base de MDF e prendi com resina e o acabamento foi feito com fitas e tinta.

Achei que não foi muito difícil. Achei bem legal e divertido!

Isabela Natsumi Icizuka Silvério- 6°A


 


“Fazer ampulheta foi muito interessante, e de certa forma foi fácil, porque os materiais usados são os que temos em casa e reutilizáveis.

Usei duas garrafas pets pequenas, um pouco de areia, papelão, fita e cola quente, o que me rendeu um bom resultado.

Gostei muito da experiência, porque foi divertido e ao mesmo tempo útil, pois com isso, você realmente consegue medir o tempo.”

Júlia Faria Morais Souza- 6° A

“Para construção da ampulheta foi utilizado duas garrafas pet de 80ml cada, dois papelões cortados em círculos, dois palitos de churrasco e areia de aquário.

Cortamos as garrafas ao meio.

Colocamos as tampas, areia, os círculos e por último os palitos de churrasco e para dar um acabamento, pintamos.

Foi muito divertido fazer essa atividade e o mais interessante é saber que ela serve para medir o tempo.”

Larissa Carrijo Messias- 6°A




"Para fazer ampulheta, utilizei duas garrafas de plástico, cola quente e algumas fitas. Para  representar a areia que fica dentro, usei  farinha de rosca tingida com corante rosa. Achei a ideia de fazer uma ampulheta com materiais reutilizáveis muito criativa e me diverti muito! Minha ampulheta marcou 1 minuto e 47 segundos!"

Maria Beatriz Vilas Boas Figueiredo Lopes- 6° A






"Bom , para minha ampulheta usei: duas garrafas Pet, areia de construção, fita e alguns adesivos, somente para decorar. Fiz juntamente  com meu pai, foi um pouco trabalhoso, pois tinha que fazer um furinho em cada tampinha da garrafa para a areia sair, então meu pai que cortou, para eu não me machucar. Mas foi super divertido e legal."

Ana Luísa Leopoldino Cauduro - 6° A




Maria Eduarda Rossi Pizzo Gonçalves - 6° A





"Comecei pela base, depois fui pela garrafa e por fim coloquei areia. Depois coloquei as bases de papelão e os palitos de madeira. Materiais utilizados: 2 garrafas, papelão, 4 palitos de madeira, cola, fita, areia azul. Fiz com ajuda do meu pai, gastamos cerca de 1 hora."
Raul Antônio Almeida Dias. 6° A


" Eu fiz minha ampulheta com garrafa PET, fita isolante, EVA preto por cima e terra.
O tempo é de 1minuto e 08 segundos."
Miguel Benedito de Oliveira - 6 °A.


Alécio Rodrigues de Medeiros – 6º A



" Eu gostei de fabricar  a ampulheta em casa, achei bem legal porque não é sempre que fazemos algo assim. Eu demorei para pensar em um jeito diferente para fazer, mas no final deu tudo certo. Os materiais que eu usei: duas garrafas PET pequenas, fita isolante e areia."

Igor Rafael Nogueira Sérgio - 6° B.





" Eu gostei muito da atividade, foi muito legal. Reciclamos várias coisas que iriam parra o lixo. Foi uma atividade muito produtiva."
Laura Almeida Borges - 6°B


Lorena Martins da Silva - 6° B





Lucas Idalgo de Souza - 6° B




Pietra Martins da Silva – 6º B



 

“Foi muito legal fazer uma ampulheta. Dá um pouco de trabalho na montagem, mas gostei bastante. Os materiais são fáceis: usei material reciclável, papelão, garrafa pet, amido de milho, uma fita para decorar e cola quente.

Achei interessante a forma  que na antiguidade eles contavam o tempo.”

Heloísa Gomide Peixoto- 6°B




Lucas Pereira Lima – 6º B